quarta-feira, 20 de abril de 2016

nascer do sol nos olivais


Só vejo a luz, que emana do interior e que persegue a existência de ser sempre aquilo que é natural, uma luz radiosa e portentosa, que acalorenta e envolve um carinho mútuo, e um desprender impossível, uma grandiosidade absoluta dificilmente difícil de explicar... Não que esta luz seja radiosa, mas de facto até o é, não que os seus raios sejam maleáveis, mas de facto até não são, mas se a luz penetra no interior dos olivais, então eu sou sensível de mais para me deixar levar estáticamente pela explosão de sensações efémeras que logo se esfumam, ... e o sol prossegue o seu caminho... e o olival fica iluminado...
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