sábado, 23 de abril de 2016

Aquela fêmea de cartaxo


Simplesmente observando, aquele vasto prado que um dia foi dourado, mas a ave que me vê, não entende que esse amarelado, foi um repasto de épocas passadas, de insetos que surgiram nos calores, e nos odores a palha queimada, pelo sol esbanjador. Cartaxo, sempre comum pelas pradarias, selvagem observador dos campos, casal preso à sua espécie, e terras que são suas mas partilhadas. É assim que a fêmea do cartaxo vive por de baixo, do véu de aves...
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