quinta-feira, 31 de março de 2016

Rio tua... verdes salgueiros


Beleza selvagem e um rio que o deixará de ser, deixará de ter salgueiros, e se eu me alongar aqui, o lamento e a tristeza, podem ser golpes fortes na leitura... 
Que ternura de rio que deixará saudades, daqueles dias quentes nas suas margens, das noites sonhadoras, nas pedras polidas, nas lajes estendidas e em cascatas pequeninas, criadoras de bom ruído e de beleza momentânea... Saudades, das curvas profundas e de remotos lugares, paisagem que arregala os olhos sem piscar, sem pestanejar, e quando respiro,... Um último abraço, um adeus ou um até já... Porque neste espaço, ficarão memórias das árvores, dos animais, da geologia fantástica, do tempo, do passado, da terra, da vida... Que embaraço tão grande é o nosso por deixar partir tão belo lugar sem contestar...

O magnífico Vale do Rio Tua...
RIO TUA, ... ... ... 

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