segunda-feira, 30 de março de 2015

areia em maçeda


O recuo acelarado da costa em maçeda em que o mar e sobretudo o vento esculpiu formações interessantíssimas na arriba antrópica. O que torna este lugar único é o facto de realmente não haver lugar semelhante em toda a costa portuguesa, pois parece uma arriba primitiva. As dunas já não se conseguem formar porque o pinhal antigo compactou a areia de tal forma que o mar não tem outro remédio senão a desgastar desta forma. Não tarda e estamos a ver a estrada que corta o pinhal de norte para sul bordejada por marginal! Mas esta erosão põe a descoberto um espantoso achado, as formações da idade do gelo de  Pinus sylvestris, com pinhas espantosamente bem preservadas, sendo que ainda é possível encontrar restos de madeira dessa árvore, e até restos queimados, o que indicia a ocorrência de um grande incêndio, possivelmente a marca do aquecimento global naquela altura. Ainda se pode encontrar sementes das plantas que na altura existiam e até restos de escaravelhos, coleópteros.

domingo, 29 de março de 2015

estratos coloridos


Nos caminhos do vale do Couce (Valongo). Se eu fosse geólogo, explicava-vos com detalhes e pormenor a história destes belos estratos, mas posso e podeis, levarmos-nos na imaginação dos tempos prê-históricos.


Rui Faria / Porto

sábado, 28 de março de 2015

garranos no prado


No prado montano em Gontim (Fafe) este pequeno grupo de garranos pastava calmamente á sombra de um grande carvalhal.


Uma imagem primitiva para mais tarde recordar!


quinta-feira, 26 de março de 2015

não são garranos...


Não são garranos, mas aqui nas serras de fafe (Aboim) traz-me uma certa nostalgia ver este conceito de manada!
Mas são equídeos, e as nossas paisagens precisam deles. É preciso recordar que hã muitas espécies de flora que evoluiram na presença de grandes herbívoros, associadas ao pisoteio constante de animais possantes, adquirindo esta (flora) especializações interessantes. Basta olharmos para algumas zonas de Africa, repletas de diferentes espécies de animais de grande porte ( infelizmente já muito dizimados) para percebermos como seria a paisagem e o "impacto" que os herbívoros causam na mesma. Por isso é que transpondo toda a esquemática da vida selvagem africana e colocando-a aqui na península ibérica, fico com duas frases de reflexão: ou nós teríamos densos carvalhais maduros, "zero herbívoros" e uma diversidade de plantas herbáceas muito pobre, ou teríamos um território muito semelhante a um parque com uma diversidade grande de animais, pradarias e pequenos bosquetes!

quinta-feira, 19 de março de 2015

seara no vale do tâmega


Seara, tuas mãos que me engalanam, tua suavidade e pele, teu campo inexplorado, tua doce vivência, teu amor escondido, minha permanência em ti, e teus contornos latejantes, adorada beleza pintada...

quarta-feira, 18 de março de 2015

campos de mértola (painting)


Bela pintura, bela paisagem, meu alentejo profundo...
Fujifilm SL1000. by Rui Faria

quinta-feira, 12 de março de 2015

lajes do xisto


O xistos são autênticos livros, intocados, nunca abertos, e claro, nunca se sabe o que se pode encontrar! No Campo (Valongo) terra de ardósias por excelência, local onde abri este xisto na berma de um caminho de terra.

sábado, 7 de março de 2015

o pântano e o caniçal


Pateira de Fermentelos e pântano selvagem íman de uma grande quantidade de diferentes espécies de aves!

domingo, 1 de março de 2015

Helophilus pendulus


Maravilhosa mosca do género Syrphidae, numa zona húmida na margem esquerda do rio Minho/Miño, A Cruz- A Guarda.