sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

formas do granito


Junto a barragem do caldeirão no Parque Natural da Serra da Estrela.


Imagens documentais breves da geologia local.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Barrancos aos Solavancos


Montes alentejanos quentes e tórridos, impera a esteva, no verde escuro azeitona, também árvore rainha de terras sulenses, por certo a oliveira. Mas que notória a suavidade desses montes e beleza encurvada e as linhas diagonais que nascem no mesmo sentido, nesses montes ondulados e de matagais densos, de terras inóspitas mas cobertas por essa capa, por esse manto sempre verde mediterrânico e o seu odor perfumado que viaja pelo ar, culpadas as estevas são por o libertar, tão intenso e charmoso odor, que se submete a tudo o mais e a todos os matagais. Barrancos aos solavancos, e em terras tão longínquas do interior e perto da fronteira, de segredos e de caminhos ainda não feitos. Duro é o calor que tolhe cada ser, quente é a palavra de ordem, tórrido só no verão, mas porque esses montes são, assim? Tão belos e tão suaves? Como que um espesso manto de musgo, como que um tapete perfumado, como que encantado, e sempre será, aqui, por terras lusas e mediterrânicas...

by Rui Faria

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

sábado, 10 de janeiro de 2015

o poema do borrelho


Dunas de Paramos, a sul de Espinho.


Manter a higiene diária, um hábito natural para estas aves,
banha-se nas águas da foz da barrinha,
e as águas doces que escorrem e se misturam com as águas salgadas,
e por perto as gaivotas,
e por perto as areias,
douradas,
...

Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

regatos do noroeste de portugal

Regatos das montanhas do noroeste de Portugal: retrospectiva.

Por todas as montanhas do noroeste de portugal, a intensa pluviosidade abriu caminhos sob a forma de regatos, de águas puras e cristalinas, soberbamente típicas, frescas, são uma dádiva, para os seres sedentos e para os seres que fazem destes habitats a sua casa. Nem milhares de imagens bastariam para deitar o olho aos milhares de cursos de água e regatos naturais espalhados por todos os nossos montes; para perceber as diferenças da flora na descida do curso, ou, ao invés, na subida! Ouvindo o clássico som do precioso liquido batendo nas rochas, no musgo, ou no leito arenoso,...











quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

é só granito!!




Bico da rocha, no granito despido, na portentosa serra do Gerês, esse granito potente que é rei dominante ferrenho, não larga a paisagem, mas é corroído e erodido. Granito duro e liso,  que na paisagem, então domina fortemente, rasgado por veios erodidos com vegetação bem cravada e alinhada, absorvendo quase todos os raios de sol ou toda e qualquer intempérie clássica que varra estas montanhas. Num cenário geológico deslumbrante e sem palavras...