quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

o verde, o musgo


Nos meandros do emaranhado desses ramos verdes e lenhosos, no sabor da claridade musgosa, oh que baga saborosa, que na imagem não aparece, mas não digo qual é essa baga gostosa, apenas vejo o verde do manto florestal e boscoso se me entranharem, e a luz da manhã clara se entranhar e se espalhar por todo o estrato e por todo o ambiente e entorno. Um retrato presente tridimensional abraçado e composto por toda essa matéria lenhosa, e com os lindos e belos tons verdes, que dizem ser da esperança, mas nem sempre se alcança, lindos tons esverdeados e pálidos, escuros e ou frios, no meio desses secos fetos que contrastam com essas cores, ora por certo... Verdes...
Ramos que se abraçam tatuados pela capa musgosa, e que capa! Diferentes espécies competem pela permanência nos ritidomas e materiais lenhosos ou geológicos, mas há uma que acaba sempre por se destacar e vencer tal competição. Vê a imagem, delicia-te com as curvas dos ramos...
by Rui Faria
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