terça-feira, 20 de outubro de 2015

terras de borboletas


No calor que já lá vai, e que deixou com o verão, que se imperou como uma transição, dando lugar aos dias curtos e aos dias amenos. As borboletas abrandam o seu ciclo, diminuem o pico de actividade, e já não percorrem os campos e montes com a pujança de tempos quentes primaveris e estivais. As suas danças circulantes pelo ar, deixam de se ver, e a mística do canto dos pássaros e dos espetáculos florais cessa. Biologicamente, cumpre-se mais um ano de vida e de gerações, neste fascinante grupo de insectos, cumpre-se mais um estado, repetido ano após ano, mas moldado pelas características do ambiente.
 Oh, borboletas esvoaçantes, que pululam pelos prados naquele dia ensolarado, iluminado pelo raios solares, que fazem despertar, que fazem desabrochar a predilecção dessas borboletas. Sobrevivência e jogos de amor são o prato do dia pelos habitats naturais, são as duas ações que impulsionam a vida destes insectos alados, são as causas da sua proliferação, e são as consequências da sua consequente morte.
Até à próxima geração! Até ao próximo ovo, até à próxima pupa,...


by Rui Faria
Pelos campos ibéricos em busca de ropalóceros, deixo-me embalar pelas diferentes espécies e pela sua biologia fascinante!
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