sábado, 10 de outubro de 2015

Glaucium flavum (cabedelo-Douro)


Uma das plantas dunares mais abundantes da restinga do cabedelo, na foz do rio douro. A planta dunar com flores maiores e mais vistosas do local, consegue resistir ao atropelo e ao pisoteio da afluência contínua de inúmeros "intrusos" ou "visitantes", apesar do enorme espaço que representa a língua dunar. Certo que uma boa parte, está reservada para a proteção, e bem!, da avifauna (Reserva Natural Local do Estuário do Douro), em todo o caso, a zona de acesso livre, também se apresenta frágil na composição da sua flora dunar e com espécies a salvaguardar, de grande importância e relativamente escassas no litoral noroeste. A presente espécie é exemplo disso, pois tem aqui neste local, se não estou em erro, uma das maiores populações portuguesas, embora, ainda não conheça suficientemente bem a orla costeira a norte de Viana do Castelo, mas posso assegurar que não são de certeza absoluta, tão grandes e saudáveis como esta. Impunha-se uma visita à restinga dunar da desembocadura do rio Minho para perceber o estado das plantas aí existentes, mas é um local ao qual não visito à cerca de 3 anos! Para breve!


Invólucros das sementes.


As pequenas sementes negras.


Hábito da formação da papoila.


Plantas jovens emergindo das areias.


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