quinta-feira, 18 de junho de 2015

carvalhos à contra-luz


Isto de fotografar ás vezes é uma canseira, dou por mim muitas vezes a perguntar porque é que fotografei isto ou aquilo? Porque é que tiro 1000 fotos se só aproveito 50? Bem, certo que tudo tem os seus dissabores, mas para além do prazer que isso me dá ou não!, o facto é que a fotografia foca-nos em pontos que de outra forma não prestaríamos atenção, não nos captava a mente ou a imaginação, bem, acho que já estou a fugir para um lado mais poético! Por isso voltando ao tema, coloco aqui duas imagens que não me dizem muito a nível documental, mas que podem ter interpretações várias!


O algo comum a ambas, se é que o posso assim dizer, é que este carvalho (a segunda imagem é um close-up da primeira, reparem no lado direito da primeira imagem) despontou no alto de um penedo granítico, isolado e exposto brutalmente aos elementos. Mais uma vez a imaginação faz-se em questões sobre a biologia associada a este quercus, como se desenvolveu e como se desenvolverá!
Póvoa de Lanhoso, Rui Faria  

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