quinta-feira, 7 de maio de 2015

cada vez mais nua a serra da cabreira ...






Os equídeos semi-selvagens não têm dificuldade em encontrar pasto e as suas plantas preferidas nas encostas agrestes desta serra.


Mas as árvores fazem falta, diversificam o ambiente, protegem os solos e a água pura abunda!
É um misto entre árvores, prados, clareiras, pradarias, matagais e outros que deveria haver em conjunto com grandes herbívoros e seus predadores. E a coexistência com a pastorícia? É muito difícil alterar hábitos e tradições fortemente enraizadas! Um deles são as queimadas.
Plantar árvores com a designação autóctone, não basta, é preciso devolver a estas paragens a sua essência primitiva. Quem não gostaria de ver vastas pradarias de variadas flores (intercaladas claro por árvores e bosquetes, num mosaico!, rico e variado!) daquelas que encontramos nas bermas das estradas ou em parques, (que são muitas vezes alvo de perguntas do género: onde é que estas flores poderiam existir em estado selvagem?), espalhadas por estas serras!
Uma frase que consolidei ao longo destes anos a vasculhar estas serras graníticas é a de que o seu coberto vegetal é demasiado monótono ou homogêneo, sobretudo no que se refere ás plantas herbáceas (vulgares flores!), faltam muitas peças do puzzle!




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