quinta-feira, 16 de abril de 2015

expedição ao rio tua (troço final) dia 2 conclusão

Com tanto tempo gasto a cá chegar, tive de despender 2 dias, embora seja a terceira vez que cá venho! E como o tempo corre procurei incessantemente por vida selvagem até ao raiar do dia. A noite foi mais monótona e o silêncio reinou no vale, os morcegos de várias espécies aproximavam-se de mim ali prestes a pernoitar num penedo á beira rio, chegavam e muito rapidamente davam a volta, serão longas horas de caça aos invertebrados noturnos, sobretudo traças (vulgo borboletas noturnas).


Mais um destaque para as magníficas formações rochosas do leito do rio.


Fiquei pasmado por ver troncos enormes presos nos freixos, Fraxinus angustifolia, trazidos por uma antiga e violenta cheia, mas o mais interessante é que se encontravam a várias metros de altitude a cima da linha do rio!


Uma amostra da rica floração de "abril" por estas bandas.


Aqui é fácil de a ver, mas no local demorei um pouco para a detetar, e quase que a assustava! Esta magnífica osga ali ficou completamente imóvel tomando sol mas confiando na sua magnífica coloração e camuflagem. Tive que usar o zoom da câmara quase no máximo para o réptil não fugir pois se me aproximava, decerto fugia!.


O bosque mediterrânico no seu esplendor: Pistacia sp, Olea sp., Quercus suber, Quercus ilex, Acer monspessulanus, Phillyrea sp, Pinus pinaster, Juniperus oxycedrus, Buxus sp, Fraxinus sp, etc,...


Característica erosão no leito e margens do rio.


E por último, encontro alguns exemplares desta magnífica Iris sp. na encosta sobranceira á margem esquerda.


Para terminar deixo a prova indescutível das mudanças repentinas que este rio irá sofrer!
barragem do tua, vista a montante 14 de abril de 2015



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