sábado, 10 de janeiro de 2015

o poema do borrelho


Dunas de Paramos, a sul de Espinho.


Manter a higiene diária, um hábito natural para estas aves,
banha-se nas águas da foz da barrinha,
e as águas doces que escorrem e se misturam com as águas salgadas,
e por perto as gaivotas,
e por perto as areias,
douradas,
...

Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)


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